terça-feira, 1 de novembro de 2011

A SOLIDÃO DO DESENCONTRO, A EMOÇÃO DO ABRAÇAR


Esses destinos inconstantes, incoerentes
Já deixaram em minh'alma a força de sentimentos
E eu que tão distante de tal louvor
Entendo o que passou, recordo velhos tempos

Vi uma menina quase adulta, florescer
Mostrei os caminhos pra seguir numa paixão
Deixei muita coisa acontecer
Pra que ela vivesse a verdadeira relação

Outrora também vi, aquele lindo sorrir 
Uma mulher que em nada acreditava
De amar, nem no mais puro gesto
A vida de terceiros era quem lhe ensinava

Paciente, ai fui eu de novo nesse barco
Mostrando-lhe a alegria do viver
Contando das tormentas desse oceano
                                             E também que há belezas pra se crêr

Esse, já experiente marinheiro 
Hoje busca águas calmas navegar
 Na solidão do desencontro 
Na emoção do Abraçar

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